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A reta final da campanha: veja a agenda dos candidatos à Presidência na sexta-feira decisiva

© Agência Brasil

Com a proximidade do primeiro turno das eleições, a sexta-feira (2) foi palco de uma intensa e estratégica movimentação por parte dos candidatos à Presidência da República. Em uma corrida contra o relógio para conquistar os votos indecisos e mobilizar suas bases, os presidenciáveis espalharam suas agendas por diversas cidades do país, alternando entre grandes atos públicos, caminhadas populares e entrevistas a veículos de comunicação.

Estratégias para os últimos eleitores

A agenda do dia refletiu a pressão da reta final. Em um dos pontos altos, o candidato à reeleição, <b>Luiz Inácio Lula da Silva</b> (PT), comandou atos no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, focando na mobilização de eleitores. No Rio, desfilou em carro aberto, da Candelária à Cinelândia, com um apelo particular à participação dos eleitores com mais de 70 anos, cujo voto é facultativo: "Se não tiver mais vontade de votar por ela, tem os filhos, os netos, os bisnetos. É importante". Em Minas Gerais, defendeu investimentos em universidades públicas e ciência, temas caros à sua base.

Outros candidatos aproveitaram a visibilidade para vocalizar pautas específicas. Em Brasília, <b>Augusto Cury</b> (Avante) realizou um ato na Praça dos Três Poderes, onde criticou decisões judiciais e afirmou que, se eleito, buscará um pacto com os poderes Legislativo e Judiciário, ressaltando: "Numa democracia, o Judiciário representa o alicerce. Ele é o guardião da Constituição, mas ele não pode interferir". Já <b>Ronaldo Caiado</b> (PSD), em Goiânia, fez uma caminhada e defendeu a isenção de impostos para empresários brasileiros, criticando o benefício de importações de até US$ 50: "Se está dando 100% de isenção até US$ 50, que seja dado também a nós que estamos produzindo no Brasil".

Candidatos como <b>Rui Costa Pimenta</b> (PCO) e <b>Hertz Dias</b> (PSTU) concentraram-se em São Paulo, enquanto <b>Samara Martins</b> (UP) levou sua campanha ao Recife. Ações de menor porte, como entrevistas e gravações, marcaram o dia de <b>Edmilson Costa</b> (PCB) e <b>Renan Santos</b> (Missão). Candidatos como <b>Clariana Barão</b> (DC) e <b>Romeu Zema</b> (Novo) não tiveram agenda pública neste dia, evidenciando a diversidade de estratégias na fase derradeira do pleito.

Os últimos dias que antecedem o primeiro turno são cruciais para a consolidação de candidaturas e a atração dos eleitores que ainda não definiram seu voto. Cada ato de campanha, fala ou entrevista busca reverberar, influenciando o cenário político e os desdobramentos que definirão o futuro do país nas urnas. A intensidade dessa sexta-feira sinaliza a importância de cada momento nesta corrida eleitoral.

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Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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