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Atividade física: como ela impulsiona um envelhecimento ativo e com autonomia

© Rovena Rosa/Agência Brasil

Em um país com população que envelhece rapidamente, a discussão sobre a qualidade de vida na terceira idade ganha cada vez mais relevância. Neste dia de consciência e combate ao sedentarismo, especialistas reforçam que a prática regular de exercícios físicos é um pilar fundamental para garantir um envelhecimento saudável, com independência e bem-estar, impactando diretamente a realidade de milhões de brasileiros.

O sedentarismo é apontado como um dos grandes vilões, não apenas por estar associado a doenças crônicas como hipertensão e diabetes tipo 2, mas também por acelerar a sarcopenia. Conforme explica a médica Karoline Fiorotti, especialista em geriatria, a perda progressiva de massa e força muscular compromete seriamente o equilíbrio e a mobilidade, elevando o risco de quedas, fraturas e hospitalizações, um desafio crescente para a saúde pública.

A boa notícia é que o combate a essa inatividade pode ser integrado ao dia a dia. Raul Oliveira, professor de fisioterapia, destaca que atividades simples como caminhar, subir escadas, alongar ou mesmo realizar tarefas domésticas contribuem significativamente para preservar a força muscular, a flexibilidade das articulações e a coordenação. Esses movimentos básicos são cruciais para manter a autonomia em tarefas diárias essenciais, como se vestir e tomar banho, e ainda impactam positivamente a memória e o raciocínio.

O investimento em um estilo de vida ativo, portanto, não é apenas uma questão individual, mas um imperativo para a saúde coletiva e a dignidade na velhice. Promover a prática regular de exercícios significa investir em uma sociedade com idosos mais ativos, felizes e menos dependentes. Para aprofundar seu conhecimento sobre saúde e bem-estar, continue acompanhando o SOU ESTRADA REAL, seu portal de informação relevante e contextualizada.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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