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Governo foca em abastecimento e quer conter alta do diesel, afirma Alckmin

© Antônio Cruz/Agência Brasil

O governo federal, por meio do vice-presidente Geraldo Alckmin, reforça sua prioridade em garantir o abastecimento e conter a escalada do preço do diesel. As medidas recentes, que incluem a zeragem de PIS/Cofins e uma subvenção de R$ 0,32 por litro, visam uma redução de pelo menos R$ 0,64 na bomba, buscando estabilizar um item crucial para a economia brasileira.

A decisão governamental reflete a urgência diante da cotação internacional do barril de petróleo, elevada por conflitos no Oriente Médio, e o fato de o Brasil importar cerca de 25% do diesel consumido. O aumento do combustível tem impacto direto e severo no cotidiano dos brasileiros, encarecendo transportes e alimentos, e alimentando a inflação, um fantasma que o governo busca combater.

Alckmin classificou a estratégia atual como "inteligente", diferenciando-a de abordagens anteriores, como a limitação do ICMS em 2022 que, segundo ele, gerou perdas de receita aos estados e judicialização. O vice-presidente enfatizou que, apesar de o Brasil ser um grande exportador de petróleo, a capacidade de refino nacional ainda não atende à demanda interna de diesel, justificando a vulnerabilidade às oscilações globais.

A discussão sobre o diesel ocorreu durante visita a uma concessionária Scania, alinhada ao programa Move Brasil, que destina R$ 10 bilhões para a renovação da frota de caminhões, com juros subsidiados. Essa iniciativa, já com R$ 6,2 bilhões aplicados em dois meses, não apenas moderniza o transporte, mas também visa impulsionar a indústria nacional e, em um horizonte mais amplo, a produção de veículos sustentáveis, com menor impacto ambiental e maior segurança nas estradas.

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Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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