A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) alertou o Hemisfério Sul, incluindo o Brasil, para uma desafiadora temporada de vírus respiratórios. A variante K do Influenza H3N2, predominante no inverno do Hemisfério Norte, já mostra circulação crescente em nossa região, exigindo preparo dos sistemas de saúde.
A linhagem H3N2 subclado K, identificada no ano passado, embora não mais grave, associa-se a transmissões longas e picos de demanda hospitalar. A Opas observa aumento da Influenza na América do Sul, com o H3N2 predominante. O Boletim Infogripe da Fiocruz reforça, apontando 24 estados em alerta para Síndrome Respiratória Aguda Grave.
No Brasil, a taxa de positividade para Influenza subiu de menos de 5% no primeiro trimestre para 7,4% em março, confirmando alta circulação do H3N2 subclado K em mais de 70% das amostras. Somado ao aumento de casos de Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e persistência da Covid-19, forma tripla ameaça capaz de sobrecarregar hospitais e impactar o atendimento.
Diante desse cenário, a vacinação é crucial. Opas e Ministério da Saúde reforçam a campanha de imunização contra a gripe, que inclui a cepa H3N2, eficaz contra hospitalizações no Hemisfério Norte. Além dos grupos prioritários, o SUS oferece vacina contra o VSR para gestantes, protegendo bebês. Higiene e "etiqueta respiratória" são essenciais para mitigar a transmissão.
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