A Caixa Econômica Federal iniciou nesta segunda-feira (20) o ciclo de pagamentos de julho do programa Bolsa Família, contemplando inicialmente os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1. Em um movimento de apoio a regiões em situação crítica, 175 municípios de seis estados — Amazonas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe — receberão o benefício de forma unificada, independentemente do final do NIS, um reflexo da resposta governamental a estados de emergência ou calamidade pública.
O valor mínimo do Bolsa Família mantém-se em R$ 600, crucial para o sustento de milhões de famílias brasileiras em situação de vulnerabilidade. Além do montante-base, o programa distribui adicionais estratégicos para reforçar a segurança alimentar e o desenvolvimento: o Benefício Variável Familiar Nutriz (R$ 50 por seis meses para mães de bebês até seis meses), acréscimo de R$ 50 para famílias com gestantes e filhos entre 7 e 18 anos, e um adicional de R$ 150 para cada criança de até 6 anos, evidenciando o compromisso com a primeira infância e o suporte familiar.
As políticas do Bolsa Família evoluem para melhor atender seus beneficiários. A Regra de Proteção, ativa desde junho de 2023, permite a famílias com melhora de renda, ao conseguir um novo emprego, manter 50% do benefício por até um ano, fomentando a transição para o mercado de trabalho. Uma exceção importante é para quem aderiu até maio de 2025, que garante dois anos de apoio. Outra medida relevante é o fim, desde 2024, do desconto do Seguro Defeso, beneficiando diretamente pescadores artesanais. Essa mudança, estabelecida pela Lei 14.601/2023, reflete o compromisso com a proteção social e a recuperação da dignidade do programa.
Para se manter atualizado sobre programas sociais, economia e notícias relevantes que impactam o seu dia a dia, continue acompanhando o SOU ESTRADA REAL.