Todos os moradores de Congonhas já podem se imunizar contra a meningite meningocócica nos postos de saúde do município. A Secretaria Municipal de Saúde estendeu de forma temporária a aplicação da vacina meningocócica ACWY para a população em geral até o dia 29 de outubro, aproveitando o lote de doses disponíveis mediante autorização concedida pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.
Prazo estendido e orientações nos postos de saúde
A gerente de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde, Stela Santana, reforça a necessidade de comparecer aos postos dentro da data limite. “A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais autorizou na última sexta-feira, a ampliação temporariamente da vacinação contra a meningite meningocócica com a vacina ACWY. Essa é uma oportunidade para ampliar a proteção da população e estamos com essa oferta disponível até o dia 29 de outubro, por isso, orientamos os moradores a procurarem a unidade de saúde mais próxima dentro desse prazo. A meningite é uma doença grave, e a vacinação é uma das principais formas de prevenção”, explica.
Para ter acesso ao imunizante, o cidadão deve se dirigir à Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência mais próxima de sua residência para checar o estoque e ser orientado. No caso de gestantes, a orientação prévia de um profissional de saúde é necessária antes de receber a dose, respeitando as diretrizes clínicas voltadas a esse grupo.
Proteção ampliada contra quatro tipos da bactéria
O imunizante ACWY confere proteção contra quatro sorogrupos distintos da bactéria Neisseria meningitidis (A, C, W e Y), agentes causadores da infecção e de outros quadros bacterianos severos. Paralelamente à campanha pontual, o município lembra que a imunização de rotina segue em vigor, focando prioritariamente crianças de 1 ano de idade e adolescentes na faixa de 11 a 15 anos, conforme determina o Programa Nacional de Imunizações (PNI).
Riscos e sintomas da doença
Caracterizada como uma inflamação nas membranas que protegem o cérebro e a medula espinhal, a meningite pode ter origem viral ou bacteriana. Determinadas variantes evoluem de maneira muito acelerada, abrindo margem para sequelas crônicas, complicações graves e óbito.
Os sinais mais comuns envolvem febre alta, dor de cabeça muito forte, rigidez na nuca, vômitos, náuseas, fotofobia e confusão mental. Ao notar esses indícios, o paciente deve buscar atendimento médico com urgência.
