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Trump endurece tom contra Irã e desvaloriza impacto no preço do petróleo

© REUTERS/Kevin Lamarque/Proibida reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou a retórica bélica contra o Irã em um recente pronunciamento, afirmando que as forças norte-americanas estão “desmantelando sistematicamente” a capacidade de defesa iraniana e que os objetivos de uma escalada militar, iniciada há 32 dias, estariam próximos de serem atingidos. Ao mesmo tempo, ele minimizou as preocupações com a alta global do preço do petróleo.

Trump prometeu ampliar os ataques nas próximas semanas, ameaçando “levá-los de volta à idade da pedra”, mas sem descartar negociações. Suas afirmações de ter “destruído e esmagado” as forças iranianas, como a Marinha e a Força Aérea, foram feitas sem evidências claras. Essa narrativa contrasta com a persistência do controle iraniano sobre o estratégico Estreito de Ormuz, por onde circulam até 20% das exportações globais de petróleo, causando impactos diretos nos preços internacionais de combustíveis.

Sobre a elevação dos preços do petróleo, o líder norte-americano desconsiderou a gravidade, atribuindo-a a “ataques terroristas insanos” do regime iraniano contra petroleiros vizinhos. Ele declarou que os EUA não dependem do óleo comercializado por essa via e que outros países deveriam assumir a responsabilidade pela proteção do canal marítimo. Tal postura tem reflexos para a economia global, inclusive no Brasil, que sente os efeitos das flutuações do mercado internacional.

Internamente, Trump enfrenta crescente pressão. O pronunciamento evitou mencionar as centenas de manifestações que reuniram milhões de norte-americanos contra a guerra e as políticas migratórias. Com sua aprovação em patamares baixos desde o início do segundo mandato, o presidente lida com um cenário complexo, onde a escalada externa se cruza com o descontentamento popular.

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Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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