O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial destaca uma realidade alarmante: a pressão alta, doença crônica e muitas vezes silenciosa, afeta milhões de brasileiros, incluindo um número crescente de adolescentes e crianças. Caracterizada por níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias, a hipertensão força o coração a um esforço excessivo, tornando-se um dos principais fatores de risco para condições graves como AVC, infarto, aneurisma e insuficiência renal e cardíaca, conforme alertas do Ministério da Saúde.
Prevenção Ativa e Novas Classificações
Embora 90% dos casos de hipertensão tenham origem hereditária, diversos fatores de risco, como tabagismo, obesidade, estresse e alto consumo de sal, são determinantes para seu desenvolvimento. Em um esforço para identificação precoce, novas diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Nefrologia e Hipertensão reclassificaram a aferição "12 por 8" como pré-hipertensão. Esta mudança incentiva intervenções não medicamentosas e proativas, focando em hábitos saudáveis para prevenir a progressão da doença, antes que a pressão atinja ou supere os 14 por 9, valor que define a hipertensão estabelecida.
Medir a pressão arterial regularmente é a única forma de diagnóstico, sendo recomendada a aferição anual para adultos acima de 20 anos, e mais frequente para quem tem histórico familiar. Apesar de não ter cura, a hipertensão possui tratamento eficaz e pode ser controlada. O Sistema Único de Saúde (SUS) desempenha um papel vital neste combate, fornecendo medicamentos essenciais através de unidades básicas de saúde e do programa Farmácia Popular, garantindo que o acesso ao tratamento seja uma realidade para todos os cidadãos brasileiros, reforçando a importância de um estilo de vida saudável.
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