PUBLICIDADE

Homem usa muleta para simular deficiência em roubo a banco

Homem usa muleta para fingir deficiência e tentar roubar banco em MG

Três pessoas foram autuadas em flagrante pela Polícia Civil após uma tentativa de assalto a uma agência bancária localizada em Senador Amaral, no Sul de Minas Gerais. O plano criminoso chamou a atenção das autoridades porque um dos criminosos utilizou muletas para simular uma deficiência física, facilitando assim o acesso ao interior do estabelecimento no momento da abertura ao público.

Como ocorreu a invasão

Conforme apurado pela corporação, o crime teve início logo cedo, assim que o banco abriu as portas. Dois indivíduos ingressaram no local: um deles foi responsável por render os funcionários, enquanto o comparsa se apoiou no artifício das muletas para passar pela segurança. Na sequência, todas as vítimas foram trancadas em um banheiro da agência.

Enquanto a dupla agia no interior do prédio, uma mulher atuava na cobertura externa. A suspeita tinha a função de monitorar a movimentação nas redondezas e avisar os parceiros por telefone sempre que avistasse viaturas da Polícia Militar se aproximando.

Prisões e apreensões

A investida policial resultou na interceptação dos dois homens no instante em que tentavam deixar o estabelecimento bancário. Com eles, os agentes apreenderam duas armas de fogo municiadas, sendo uma pistola calibre .380 e um revólver calibre .32. A mulher tentou escapar correndo em direção a uma área de mata e chegou a trocar de roupa para despistar os policiais, porém acabou sendo localizada e detida.

O levantamento dos antecedentes criminais revelou que um dos suspeitos acumulava quatro mandados de prisão em aberto pelo crime de roubo. O segundo homem envolvido estava usufruindo do benefício de saída temporária do sistema prisional.

Desdobramentos do caso

Além do trio principal, outros três indivíduos — parentes da mulher detida — foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos. No entanto, as prisões deles não foram ratificadas pelas autoridades policiais devido à falta de provas concretas sobre o envolvimento no planejamento ou execução do crime. As investigações continuam em andamento.

Leia mais

[labads id='37'

PUBLICIDADE